
A questão de Joel é financeira. O que não diminui, claro, sua competência. Mas é um homem, um profissional, um técnico de futebol, movido ao que lhe pagam. Não a convicções ou preferências, tendências... Ideologia, então, nem se fala. Só ouve o tilintar dos milhares de reais. Confia no taco para valer ainda mais, independentemente do desafio proposto. Não culpo Joel. Não o chamo de mercenário. Ele é, o que em linguagem técnica (olha o trocadilho aí de novo!!!), se auto-anuncia como “mercadológico”. E lá vai Joel encher o cofre!
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